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maio 11, 2023

Controle Interno e Externo da Qualidade: O que é

O Controle Externo da Qualidade (CEQ) é o processo de verificação e validação independentes realizados por entidades externas à organização.

Ele desempenha um papel fundamental na garantia da qualidade, assegurando a conformidade com padrões e regulamentos estabelecidos.

Diferentemente do controle interno da qualidade, que é executado dentro da organização, o controle externo envolve a participação de órgãos reguladores e entidades de certificação independentes.

Essas entidades, por sua vez, possuem expertise e autoridade para avaliar de forma imparcial a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos.

A importância do controle externo da qualidade, nesse sentido, reside na sua capacidade de proporcionar uma verificação objetiva e imparcial. Essa abordagem externa contribui para a credibilidade e confiança no mercado, tanto para os clientes quanto para os parceiros comerciais.

Além disso, ajuda a garantir que a organização esteja aderindo a normas e regulamentos estabelecidos, cumprindo requisitos legais e de segurança.

Para tanto, ao realizar auditorias e inspeções independentes, o controle externo identifica possíveis desvios e oportunidades de melhoria. Isto, por sua vez, contribui para aprimorar os processos internos de controle da qualidade.

A colaboração entre o controle interno e externo é essencial para garantir que a excelência seja alcançada além das fronteiras internas da organização.

Além desse processo, que envolve agentes externos ao laboratório em si, existe também o Controle Interno da Qualidade. E este processo envolve, por sua vez, o cuidado com os erros na fase analítica.

Controle Interno da Qualidade e Erros Analíticos

Os erros analíticos dizem respeito a equívocos que ocorrem na fase analítica do processo de testagem de uma amostra.

O que você entende por erros na fase pré-analítica, fase analítica e pós analítica?

Vamos construir esse raciocínio juntos.

Erros nas fases de análise

Para compreender a possibilidade de erros nas fases da análise, é necessário, antes, abordá-las brevemente, a fim de elucidar os seus processos.

Nesse sentido, a fase pré-analítica inclui cadastro, identificação, coleta, transporte e preparação.

Por sua vez, a fase analítica envolve a análise do material coletado, enquanto a pós-analítica abrange a liberação do resultado e sua interpretação pelo médico.

O Controle Interno da Qualidade (CIQ) se concentra nos processos da fase analítica.

Não obstante a menor frequência de ocorrência de erros nesta fase, as consequências destas são significativamente mais graves. Ou seja, erros na fase pré-analítica e pós-analítica, costumam ser mais frequentes, porém, carregam consequências mais leves.

Essa constatação desafia a lógica de que o CIQ poderia ser negligenciado devido à menor incidência de erros na fase analítica.

A importância do CIQ reside, portanto, na prevenção de consequências graves, como o uso inadequado de medicamentos, internações indevidas e até mesmo óbitos.

Controle Interno da Qualidade: Consequências e benefícios

A fase analítica depende, sim, de uma atitude de controle dos equipamentos, uma vez que, as consequências relacionadas a um resultado equivocado são MUITO sérias.

Dito isso, no que o Controle Interno da Qualidade (que a partir de agora eu vou chamar de “CIQ” para facilitar nossa vida) contribui para inibição desses erros?

Bom, o CIQ vai promover uma série de parâmetros para a calibração adequada dos seus equipamentos, partindo, também, do cálculo dos seus valores próprios (o que tem a ver com o reconhecimento das margens de desvio padrão da máquina, a incerteza de precisão e alguns outros fatores) e, por sua vez, uma confiabilidade mais expressiva nos seus resultados.

Mas porque isso é tão importante?

Porque, com o advento de diversas tecnologias, o CIQ vai sendo deixado de lado, por ser levado em conta que “tamanha tecnologia deve ser capaz de resolver seus próprios problemas” e pensamentos afins a este.

No entanto, desconsidera-se que, até mesmo a tecnologia é passível de erros, ainda que as suas facilitações sejam extremamente relevantes para a rotina dentro do laboratório de análises clínicas.

Benefícios: Economia de recursos

Para além do que já foi dito até aqui, convenhamos que, algumas coisas nos chamam atenção mais do que outras.

Claramente, quando algo envolve recursos financeiros, nós somos alarmados (positivamente ou negativamente), afinal, é necessário levar em conta que, como qualquer outro negócio, um laboratório precisa ser sustentável, OU SEJA, finanças são importantes, sem dúvida nenhuma.

Ok, dito isso, vou dividir um cenário com você:

Primeiramente, você tem um laboratório de análises clínicas que não possui CIQ e não conhece, também, os seus valores próprios.

Você decide fazer um teste de glicose e, sem conhecer o desvio padrão da sua máquina, a incerteza de precisão e os seus valores próprios, ao receber o resultado, percebe que o valor está acima do normal para um teste de glicose.

Para realizar esse teste, você utiliza o reagente X. Uma vez feito o teste e atestada a inconformidade com o padrão, você refaz o teste e o valor é semelhante ao primeiro.

Ou seja, você utilizou 2X  de reagente e, se você acompanhou o raciocínio até aqui, você já sabe que gastou o dobro de recursos com os reagentes, uma vez que houve a necessidade de um reteste.

Considerações sobre o desperdício de recursos

Agora, você há de concordar comigo que, com o CIQ e o conhecimento dos seus valores próprios, não haverá dúvida de que o valor correto é realmente aquele, assim, retirada a necessidade de reteste, você já economizou metade dos recursos que consumiria, por falta do CIQ.

Isso faz sentido para você?

Porque se faz sentido, eu devo dizer que, o Controle Interno da Qualidade passa a ser, não uma vantagem para o seu laboratório, mas uma questão de necessidade.

Por agora, pode apenas parecer um custo, mas a medida que você compreende que a implementação do CIQ te possibilita a economia de diversos itens, tais como, reagentes, tempo para reteste e, acima de tudo, o desgaste da confiabilidade dos seus resultados, entende-se, também, que isso é um ponto de relevância imprescindível.

Controle Interno da Qualidade e Considerações Finais

Diante de tudo que foi dito, de verdade, eu duvido muito que, no mínimo, você não tenha interesse em saber um pouco mais sobre esse assunto.

É por esse motivo que, hoje eu tenho um convite infinitamente mais especial do que somente te chamar pra visitar nossas redes sociais, (mas pode chegar nas nossas redes sociais também –LinkedIn, Instagram, Telegram, Youtube, e é claro, o nosso blog!).

Meu convite hoje, para você, é que você descomplique esse item que parece ser bem complexo, que é o Controle Interno da Qualidade do seu laboratório, com o curso da nossa Gerente da Qualidade aqui do QUAENT.

Com a demonstração mais acessível possível desse assunto, você vai se tornar capaz, não somente, de entender os conceitos, como também, calcular os valores próprios dos seus equipamentos e, aplicar o CIQ nos seus processos.

Você não vai querer perder essa oportunidade!

Para além disso, se você já entendeu a proposta do CIQ, com toda certeza vai querer adquirir, também, a segurança de um software da qualidade que faz, todas as funções que eu citei sobre o Controle Interno.

O software de gestão da qualidade perfeito para o seu negócio, que aplique o Controle Interno da Qualidade, com eficácia, se chama QUAENT.

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O meu – “muito obrigada”- por me acompanhar até aqui e, até mais!

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